Mascotes de marcas podem estar ganhando um novo significado com as mídias sociais

Uma reportagem da Advertising Age que saiu alguns dias atrás apontou o que sempre foi muito discutido nas redes sociais. Será que o uso de personagens (ou melhor, mascotes) por marcas pode ser um bom caminho? Ou será que a utilizações destas personificações das marcas podem estar sendo trazidas de volta com a interação entre empresa e consumidor oferecidas pelas novas ferramentas da internet?

Personagens que surgiram para estrelar em comerciais para a TV ficavam presos a aquela mídia e hoje encontram um novo espaço, um lugar muito mais rico na verdade. Se antes podiam apenas falar e se movimentar, hoje podem falar, ouvir, replicar, gerar interações e funcionar como um personagem qualquer.

Por outro lado temos empresas que aproveitam estas ferramentas para criarem o seu próprio personagem, como é o caso do “Blog da Lu”, da Magazine Luiza.

Só eu que acho que essa "Lu" tem cara de maluca? haha

Basicamente alegam que o consumidor tem uma pré-disposição maior a interagir com personagens que tem um rosto e uma personalidade contra interagir com uma ‘marca’, que não é representado por uma pessoa e nem sempre passa a mesma sensação de interesse na interação.

Este assunto me lembrou a discussão sobre o debate “Marcas podem ser pessoas?” da Campus Party Brasil 2012.

Veja a matéria completa na AdAge >>

 

PUBLICADO POR

Dennis Altermann

Fundador-Editor aqui no blog Midiatismo, trabalhando com marketing digital na DuPont Pioneer do Brasil. Entusiasta e estudioso nas áreas de comunicação, cultura, comportamento e tecnologias digitais.

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