Por que o site em Flash é ruim do ponto de vista do marketing digital

Quem trabalha com ::tag(“marketing”,”marketing”)::, ::tag(“publicidade”,”publicidade”)::e/ou desenvolvimento para web já deve ter ouvido muitos ::tag(“clientes”,”clientes”):: pedirem ::tag(“sites”,”sites”):: utilizando a tecnologia Flash. Confesso que hoje em dia vejo menos, mas há sim muitos que ainda criam aqueles site inteiros em Flash.

Mas qual é o grande problema por trás do Flash? Existem algumas boas razões para o uso do Flash ser considerado uma estratégia ruim dentro do marketing digital. Vou listar e defender algumas delas aqui.

Problema de otimização: Pouco espaço para o uso de técnicas de SEO.

Ao contrário dos websites criados a partir de código puro, o Flash é uma ferramenta “engessada” em certo ponto. Quando você acessa um site em Flash ele é carregado de uma só vez, semelhante a um vídeo. Apesar de alguns serem construídos aos poucos, facilitando o carregamento, ainda vai impedir o ::tag(“google”,”Google”):: de ver qual o conteúdo que tem lá dentro.

Sim, há maneiras e ferramentas para fazer com que o conteúdo apareça para o ::tag(“google”,”Google”)::, mas mesmo assim ainda existem algumas outras implicações, sem contar que acaba gerando uma necessidade extra de trabalho e conhecimento da tecnologia.

Dificuldade de adaptação: Muito dispositivos não suportam.

Não se esqueça que os ::tag(“dispositivos-moveis”,”dispositivos móveis”):: estão em crescimento e nem todos suportam Flash da mesma forma.

Um dos grandes problemas de se projetar um site em Flash é fazer com que ele se adequa de uma forma boa aos diversos monitores, navegadores e outras plataformas que temos no mercado. Apesar se procurarem padrões, a web ainda é muito democrática nesse sentido e é comum as pessoas acessarem um mesmo site de diversas formas.

iPad, por exemplo, não tem suporte ao Flash.

iPad, por exemplo, não tem suporte ao Flash.

O iPad, iPod e iPhone, todos da Apple, não tem suporte para Flash. Você iria simplesmente abandonar esse nicho de mercado?

Peso do site: Nem todos estão dispostos a ficar esperando.

Um dos grandes problemas, que hoje inclusive se torna uma preocupação menor, é a relação de peso e velocidade de carregamento do site. Nos ::tag(“sites”,”sites”):: em Flash mais simples é normal ter que esperar o site inteiro carregar ou pelo menos boa parte dele, antes de poder apertar qualquer botão ou ver qualquer informação.

Mesmo com as conexões evoluindo, não quer dizer que um site deva consumir toda banda do usuário, afinal,geralmente ele vai estar usando internet para diversas outras coisas.

Assim como já comentamos antes, não podemos nos esquecer de que há um crescimento muito bom no acesso via ::tag(“dispositivos-moveis”,”dispositivos móveis”)::, que geralmente utilizam a tecnologia ::tag(“3g”,”3G”):: (pelo menos por enquanto) e sabemos que ela não é tão rápida.

Custo benefício: O valor gasto geralmente não compensa.

Devido a dificuldade de se trabalhar com Adobe Flash, já que necessita quase que um conhecimento só para está área, contratar pessoas para trabalharem com tal tecnologia geralmente custa um pouco mais. Em alguns casos, para fazer coisas simples, exige um pouco mais de trabalho.

Tirando projetos específicos, é comum ver os ::tag(“sites”,”sites”):: em Flash saírem mais caros, tudo isto para obter alguns detalhes que não vão trazer diferença no resultado final.

Bons usos: Mas se há tantos defeitos, para que serve o Flash?

Como já mencionado antes, o Flash é uma ótima ferramenta para casos específicos, como criar jogos, aplicações e outras ferramentas visuais e interativas.

Podemos tomar como exemplo do bom uso de Flash diversos hotsites, que geralmente tem um domínio específico para campanha e geralmente não duram para sempre no ar. Existem certo tipos de site que não se preocupam em se posicionar bem no ::tag(“google”,”Google”)::, querem apenas que sua marca seja vista e interaja com os internautas.

O Flash também é muito bem utilizado em diversos ::tag(“sites”,”sites”):: que o usam para fazer pequenos detalhes dentro do site, mas que se forem acessados por dispositivos que não suportam (por falta de tecnologia, conexão ou espaço) o substitui por imagem semelhante ou apresenta uma interface otimizada para aquele tipo de acesso.

PUBLICADO POR

Dennis Altermann

Fundador-Editor aqui no blog Midiatismo, trabalhando com marketing digital na DuPont Pioneer do Brasil. Entusiasta e estudioso nas áreas de comunicação, cultura, comportamento e tecnologias digitais.

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