Metade dos funcionários acreditam que ferramentais sociais ajudam na produtividade

Liberar redes sociais no trabalho ou não é uma discussão antiga e que foi trazida aqui diversas vezes. Mas uma pesquisa recente, realizada pela Ipsos e solicitada pela Microsoft, mostrou que esse assunto ainda vai dar muito o que falar.

A pesquisa foi realizada em 32 países com 9.900 profissionais da área da informação e descobriu que 40% dos entrevistados acreditam que ferramentas sociais ajudam o trabalho em equipe. Este dado provavelmente está relacionado com o fato de 39% dos entrevistados ter afirmado que não há colaboração o suficiente dentro das empresas em que atuam.

Os funcionários esperam trabalhar de forma diferente, com ferramentas mais modernas e conectadas, mas também são um reflexo de como interagem em suas vidas pessoais. Ferramentas sociais corporativas representam uma nova maneira de trabalhar, e as organizações que as abraçam estão melhorando a colaboração, acelerando as respostas dos clientes e a criação de vantagens competitivasCharlene Li, fundadora do Altimeter Group

A abrangência desta pesquisa possibilitou perceber a diferença sobre as respostas em diversas regiões. Quando questionados sobre as ferramentas sociais, a região da Ásia-Pacífico foi onde houve maior atribuição do aumento de produtividade às ferramentas sociais. Já quando questionados em relação ao aumento da colaboração da equipe ao utilizar ferramentas sociais, a América Latina fica na frente. Também ficou claro na pesquisa que a América Latina e Ásia-Pacífico são as regiões que adotam ferramentas sociais mais rápido, ao contrário da América do Norte e Europa.

É claro que a pesquisa tem como principal objetivo destacar o Yammer, a rede social voltada a negócios que foi adquirida pela Microsoft recentemente e que já falamos um pouco neste post antigo.

yammer-para-ipad

Aplicativo do Yammer para iPad.

PUBLICADO POR

Dennis Altermann

Fundador-Editor aqui no blog Midiatismo, trabalhando com marketing digital na DuPont Pioneer do Brasil. Entusiasta e estudioso nas áreas de comunicação, cultura, comportamento e tecnologias digitais.

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