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Eloy Vieira já escreveu 15 vezes aqui. É Estudante de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Federal de Sergipe. Atualmente trabalha na @mentesdigitais com monitoramento e mensuração de mídias sociais e tem interesse em estudar Comunicação Digital com foco em Jornalismo Digital e suas relações com as Mídias Sociais.

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Como muitos pesquisadores sempre dizem: Uma tecnologia não substitui a outra. #fato. E eu concordo, mas, dizer que o jornal impresso pode se tornar irrelevante, pode mesmo fazer sentido, pelo menos é o que defende o australiano @rossdawson em seu blog. Veja alguns pontos que merecem relevância:

 

  • Em 2022 os jornais como conhecemos pode perder relevância, mas, as maiores empresas do ramo na atualidade pode sofrer transformações para se adequar à nova realidade da indústria da mídia.
  • Estamos passando para uma ‘economia da mídia’ dominada pelo conteúdo e pelas conexões sociais. As receitas da mídia aumentarão mas serão mal distribuídas, por isso as grandes empresas de mídia precisarão se reinventar para se adequar a esse contexto
  • Os sucessores do iPad serão as interfaces primárias de notícias. As pessoas consumirão notícias em dispositivos móveis, onde o iPad será considerado o precussor.
  • Os leitores de notícias digitais custarão menos de 10 dólares. Em 2020 esses leitores devem ser distribuídos e cada vez mais sofisticados, dobráveis, roláveis e totalmente interativo.
  • O Jornalismo sera cada vez mais crowdsourced. Etapas importantes do jornalismo investigativo, sobretudo a redação e a produção de notícias serão geradas por amadores e ‘supervisionadas’ por profissionais.
  • A reputação individual do jornalista será cada vez mais importante. Os profissionais experts em suas áreas não perderão seus empregos nunca. Com boa reputação, o bom profissional tende a atrair audiência e confiança para o meio.

Vale lembrar que essas são provisões de um futurista, ou seja, são tendências que podem ou não se confirmar.

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  • http://Opuscrazy.com @luis_darkhil
    Talvez ele esteja certo. Conheço ja

    muitas pessoas que ja assinam

    noticias pela internet porque que

    passam coisas que voce pode

    escolher e que sao realmente

    importantes para voce.

  • http://20dizer-isso.blogspot.com Rafael Gomes
    É aquela velha mítica de que uma tecnologia sempre suprirá as demais. Não concordo. Vejamos o caso do rádio (meu objeto de pesquisa e, proximo post no midiatismo). Pois bem, o rádio hj, segundo a prof Nair Prata, nao sabe mais se ele é o mesmo (com tamanhas tecnologias). Os jornais impressos além de muito importantes jamais perderão a sua importância haja visto que, o que ocorre nos paises desenvolvidos (como a redução de impressos), no oriente o aumento de suas tiragens é expressiva (paises como Indonésia, Japão, Coreia do Sul, China e India) apresentam tiragens de mais de 100 milhões de exemplares. Partimos sempre para uma visão altamente elitista do ocidente e esquecemos que as fronteiras ultrapassam o cáucaso e bósforo. Jornais impressos, podem se valer de tecnologia para atrair mais os seus leitores os (QR's places) podem ser ferramentas uteis de interessam entre o ambiente impresso e digital, basta investimento.
  • http://twitter.com/Eloy_Vieira @Eloy_Vieira
    não não, eu sempre defendo que uma tecnologia não substitui a outra, o que eu disse aí é que as provisões do tal futurologista australiano fazem sentido, não são infundadas, além disso, vale ressaltar que eles devem perder relevância, não disse que vão sumir nem nada parecido… sobre os QR codes, acho que não tem investimentos, nem haverá tão cedo por aqui, pq não deve valer a pena, afinal, boa parte de nossos jornais se sustentam graças à publicidade, e não à sua venda..