Streaming de música pode estar ajudando a acabar com a pirataria definitivamente

2012 parece ter sido um ano importante para a indústria fonográfica. A notícia de que este foi o primeiro ano desde 1999 que está indústria registrou aumento na receita demonstra que há um futuro diferente para todos que vivem da música. O crescimento ainda é pequeno, cerca de 0,3% em relação ao ano interior, mas ao menos não é um número negativo, como ocorria nos outros anos.

Esta notícia está diretamente ligado a uma recente pesquisa que apontou uma diminuição de 17% dos jovens que pirateiam arquivos na internet através de redes P2P (peer to peer). O que antes era comum, atingindo o pico em 2005, hoje mostra que a pirataria pode sim ter um “fim“. Bom, ela nunca vai acabar, mas a chegada de serviços de streaming como o Rdio, Spotify e outros tem ajudado as pessoas a perceber que talvez não vale a pena baixar conteúdo pirata, gastando tempo, arriscando a integridade do seu sistema e correndo o remoto risco de ser processado pelas grandes corporações.

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De fato os serviços de streaming estão mudando a forma como consumimos conteúdo e como encaramos a pirataria. Já temos músicas, filmes, seriados e diversos outros conteúdos através de streaming e planos mensais.

Mas ainda é cedo para comemorar, pois cerca de 2/3 da receita da indústria fonográfica ainda vem de mídias físicas. A venda de músicas em formato digital cresceu 9% em relação a 2011, mas ainda assim está longe de sustentar a indústria sozinha.

PUBLICADO POR

Dennis Altermann

Fundador-Editor aqui no blog Midiatismo, trabalhando com marketing digital na DuPont Pioneer do Brasil. Entusiasta e estudioso nas áreas de comunicação, cultura, comportamento e tecnologias digitais.

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